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Set

Marcos Mota, o presidente da Associação de Deficientes da Madeira (ADRAM), lamenta que as leis que regem as acessibilidades para cidadãos portadores de deficiência continuem a não ser cumpridas. E aponta responsabilidades às entidades públicas, acima de tudo porque não são exemplos a seguir.

Tribuna – Há, neste momento, uma campanha publicitária a alertar para as barreiras que condicionam a integração plena dos deficientes na sociedade. Este é um tema que tem de ser constantemente lembrado?

Marcos Mota (MM) - Sem dúvida. Principalmente na questão das acessibilidades, que, a par de outras, continua a ser uma das nossas principais preocupações. Porque é algo que nos impede de ter os mesmos direitos que os restantes cidadãos, os que não têm quaisquer tipo de limitações.

Mais informações e entrevista completa em:


Jornalista: RICARDO SOARES

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