21
Ago

O ministro da Assistência e Reinserção Social, João Baptista Kussumua, garantiu, em Menongue, província do Kuando Kubango, a introdução de equipamentos sociais de ocupação, como kits profissionais de reintegração dos idosos e pessoas portadoras de deficiência física.

O ministro, que fez esta garantia no final da sua visita de dois dias ao Kuando Kubango, que serviu para avaliar a implementação de alguns programas do seu sector naquela região, fez saber que o ministério está a executar um programa de geração de trabalho e renda, com equipamentos e ferramentas ligadas à carpintaria, serralharia, pedreiro, entre outras.

Para o responsável, estas pequenas artes de ofícios podem ser desenvolvidas na província do Kuando Kubango, desde ao lar da terceira idade, as instituições com pessoas com deficiências, terão os pequenos equipamentos de geração de renda, permitindo assim que estas pessoas fiquem nestas áreas sem ocupação.


“Nós vamos introduzir equipamentos nestas instituições para que, quer sejam os portadores de deficiência ou os idosos, tenham ocupação diária”, acrescentou.

Segundo João Baptista Kussumua, para o efeito, é preciso a cooperação para com os titulares de direcções sociais, como o Gabinete de Estudo e Planeamento, da Saúde, Educação, da Assistência e Reinserção Social, para a protecção de todos os equipamentos e projectos que serão implementados naquela região, o que vai exige responsabilidade nos recursos financeiros do Estado.

Referiu que estes projectos devem ser construídos de forma sólida, para os esforços que estão sendo desenvolvidos pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, tenham êxitos esperados, primando assim para o que deve ser feito e os passos a serem dados por cada responsável, no sentido da boa aplicação dos recursos financeiros afins.

De acordo com dirigente, a estratégia do governo é não deixar alguém de fora na implementação de projectos sociais e económicos, em que a inclusão de todos os cidadãos é cada vez mais necessária, naquilo que constitua o seu bem-estar social e do país.


Para este processo de inclusão social, João Baptista Kussumua defendeu a necessidade de esta responsabilidade social ser colectiva, tendo em conta a existência do executivo central, o governo provincial, contando com os responsáveis, na execução do projecto em causa.

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