10
Set
A correria por um lugar de estacionamento automóvel começa cedo na cidade do Lis. Fugir ao parqueamento pago é o objectivo e, depressa se instala a confusão, sobretudo junto aos serviços públicos. Agora, imagine que é portador de uma deficiência motora. Irremediavelmente, a procura por um lugar vago aumentam as “dores de cabeça” para os cidadãos com mobilidade reduzida. Foi o que fizemos.

Vestimos “a pele” de um automobilista que necessita de uma cadeira de rodas para se deslocar fora da viatura, e fomos à procura de estacionamento automóvel junto aos locais públicos, nomeadamente de prestação de serviços e de actividades culturais. A 'tarefa' revelou-se impossível na sua quase totalidade, uma vez que esses lugares não existem ou estão distantes dos serviços que queremos aceder.

'Visitamos' 17 locais, e se a maioria até já tem acessos para pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente através de rampas, o mesmo não se pode dizer do estacionamento para esses cidadãos, como está estipulado por lei. Aliás, em muitas situações existe, de facto, estacionamento, mas ele é pago, não deixando alternativa à pessoa com 'deficiência', e mesmo que essa opte por pagar, em algumas das situações não há estacionamento livre ou não tem condições - por exemplo de espaço - para um utente com cadeiras de rodas sair da viatura em condições de segurança.
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