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Abr

Oito livros em braille e 10 máquinas de escrever, também em braille, foram expostos hoje, quarta-feira, em Luanda, na escola de deficientes visuais "Óscar Ribas", pelo projecto “Ler é um hábito”.

A exposiçao teve como objectivo contribuir para o surgimento de obras em braille e proporcionar a criança protadora de deficiência visual, o gosto pela leitura, e visa saudar o dia mundial da literatura infanfil, a assinalar-se a 2 de Abril.

Dentre os livros expostos, constavam obras literárias do escritor Manuel Rui Monteiro (Quem me dera ser onda, Saxofone e Metafora, Regresso adiado, Da palma da mão).

Presente no acto, o escritor Manuel Rui Monteiro realçou a importância de ler, tando livros em braille como os normais, para uma melhor aprendizagem e interpretaçao das coisas.

Para o escritor, um livro aberto e lido é uma mente aberta, por isso encorajou ainda as crianças a criarem o hábito de leitura para o desenvolvimento da mente.


Exortou todas as crianças que sabem ler e escrever em braille a traduzirem as histórias normais em braille para que todas as crianças com deficiência visual aprendam a ler e a conhecer as histórias dos escritores angolanos.

Na escola, os alunos frequentam os três níveis de ensino básico, sendo posteriormente enquadrados no II ciclo do ensino secundário, num processo iniciado em 1998.

O Dia Internacional da Literatura Infantil comemora-se em homenagem ao nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Anderson (1805-1875), considerado um dos melhores autores de histórias para crianças. Escreveu, entre outros, os livros “A Rainha das Neves”, “A Sereiazinha”e “O Patinho Feio”.

A data é comemorada em mais de cem países, numa tentativa de despertar nas crianças o interesse pela literatura, mobilizando uma vasta rede internacional de editores, livreiros, bibliotecários, associações de autores e tradutores.


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