17
Mai

O presidente da Associação Nacional dos Deficientes de Angola (Anda), Silva Lopes Etiambulo, aconselhou hoje, em Luanda, os deficientes que persistem em pedir esmolas nas ruas a se enquadrarem em cooperativas profissionais ou a apostarem em formação profissional.

O responsável falava no acto do lançamento da operação “Alegria”, que dá início a implementação da 4ª fase do projecto “Vem Comigo”.

Silva Lopes Etiambulo acrescemtou que para contornar a situação, a Anda tem estado a realizar acções de sensibilização e de apoio aos deficientes que voluntariamente manifestam interesse em regressar as suas províncias de origem.

O presidente da Anda disse estarem previstas a criação, em algumas províncias do país, de quatro cooperativas agrícolas, igual número de cooperativas de pesca artesanal, três cooperativas de artes e ofícios, bem como a constituição de uma cooperativa de prestação de serviços para empregar os deficientes com cursos superior.

A operação “Alegrai”, cuja 4ª fase do projecto "Vem comigo" iniciou hoje, tem a duração de 18 meses e conta com um suporte financeiro de 300 milhões de Kwanzas, financiados pelo Governo.

Lopes Etiambulo informou ainda ter recebido do Ministério de Assistência e Reinserção Social (Minars) 300 kits de trabalho.

Em todo país estão já constituídas 16 cooperativas geridas por deficientes.

A Anda tem nove mil 547 associados, mas estimativas indicam a existência de cerca de 47.752 deficientes de vários tipos.



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