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O Presidente da República, Cavaco Silva, defendeu esta terça-feira, dia 26 de Julho de 2011, que as empresas proporcionem «oportunidade de realização profissional» às pessoas com deficiência, que não podem ser marginalizados nem as instituições que delas cuidam podem tornar-se «guetos sociais».

Cavaco Silva sublinhou «o papel que cabe às empresas no âmbito da sua responsabilidade social, para darem uma oportunidade de realização profissional e pessoal àqueles que sendo deficientes têm uma competência que lhes permite dar uma ajuda a criação de riqueza no nosso país».

«O deficiente não pode ser visto como alguém marginalizado na nossa sociedade e as instituições que deles cuidam não podem ser guetos sociais», afirmou, referindo igualmente importância de as instituições estarem abertas à sociedade, «para que os cidadãos tenham consciência das dificuldades, mas também dos sucessos».

O Presidente da República falava durante a inauguração da Casa das Granjas da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL), em Odivelas, um equipamento que serve cerca de 350 pessoas, promovendo a interacção entre crianças e pessoas com deficiência.

«Inauguramos um equipamento que dá uma resposta inovadora àqueles que sofrem de paralisia cerebral, promovendo mesmo uma interacção entre crianças e pessoas com a deficiência», declarou.

No mesmo sentido, o ministro da Segurança Social, Pedro Mota Soares, sublinhou a «solidariedade intergeracional» promovida por aquela instituição num «equipamento que une gerações».
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