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Set
 
 Aprenda a reconhecer quais são os sintomas do AVC
 
(Esta informação é meramente informativa e não dispensa de forma alguma o aconselhamento com o seu médico no caso de se identificar com a mesma ou com algum do seu conteúdo)

O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.

[B]Tipos de AVC

Isquémico: entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro

Hemorrágico: rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro. [/B]

[B]Sintomas [/B]
- Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo

- Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo

- Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos

- Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem

- Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente

- Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.

[B]Tratamento [/B]
O tratamento e a reabilitação da pessoa vitima de um AVC dependerá sempre das particularidades que envolvam cada caso. Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas. Para que o paciente possa ter uma melhor recuperação e qualidade de vida, é fundamental que ele seja analisado e tratado por uma equipa multidisciplinar de profissionais da saúde, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e demais profissionais.
Seja qual for o tipo do acidente, as consequências são bastante danosas. Além de estar entre as principais causas de morte mundiais, o AVC é uma das patologias que mais incapacitam para a realização das atividades cotidianas.

Conforme a região cerebral atingida, bem como de acordo com a extensão das lesões, o AVC pode oscilar entre dois opostos. Os de menor intensidade praticamente não deixam sequelas. Os mais graves, todavia, podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições, por vezes, de nem mesmo sair da cama.

A pessoa pode sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, constipação intestinal, epilepsia vascular, depressão e outras implicações decorrentes da imobilidade e pelo acometimento muscular. Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências provocadas é o tempo decorrido entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário. Para que o risco de sequelas seja significativamente reduzido, o correto é que a vítima seja levada imediatamente ao hospital.

Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora mais de 3 horas para ser iniciado.

Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade. A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC.


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