29
Dez
Presidente da Câmara de Barcelos pensa e ajuda as pessoas com deficiência*** Nota do gabinete de comunicação da C.M. Barcelos ***

O Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, assinou protocolos de colaboração com a Associação de Pais e Amigos das Crianças Inadaptadas de Barcelos (APACI), com a Associação de Pais e Amigos de Crianças (APAC) e com as associações humanitárias dos bombeiros voluntários de Barcelinhos e de Viatodos, tendo em vista garantir o transporte gratuito dos munícipes com graves deficiências, moradores no concelho e oriundos de famílias carenciadas, entre as suas residências e os centros de atividades ocupacionais da APACI e da APAC.

Os protocolos são válidos por um ano letivo (entre um de setembro e 31 de julho), renováveis, e permitirão o transporte de 25 jovens (a partir dos 16 anos) e adultos com deficiência, para as instituições de apoio. O Município assume os encargos financeiros, orçados em cerca de 85 mil euros anuais, uma vez que tanto a APACI como a APAC não têm capacidade para assegurar o transporte adequado a todos os seus utentes. Agora, os bombeiros garantem este transporte.

Na cerimónia de assinatura do protocolo, o Presidente da C âmara afirmou que estes protocolos “asseguram o transporte aos cidadãos com deficiência, minimizando, assim, as suas dificuldades do dia-a-dia”. Miguel Costa Gomes realçou também o envolvimento da sociedade civil neste programa, referindo a importância dos “parceiros privados, que muitas vezes substituem os poderes públicos”, em matérias de apoio social.

As representantes da APACI e da APAC, Maria Eduarda Rego e Berta Pereira, respetivamente, congratularam-se com a assinatura destes protocolos, pois “sem eles não seria possível aos utentes terem acesso às atividades ocupacionais”. É, por isso, um protocolo “muito bem-vindo, dadas as dificuldades e carências dos utentes e das suas famílias”.

Por sua vez, os representantes dos Bombeiros reiteraram a “disponibilidade” das corporações em manter estes protocolos, tanto mais que as associações humanitárias têm, também, uma “função de cariz social” que importa desenvolver.



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